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Baile do Perigoso
Feb 9, 2020 - Feb 10, 2020
04:00 PM - 04:00 PM (Asia/Kolkata)

O evento não é publicado pelo organizador. Por favor, entre em contato com o organizador para mais detalhes.

Problemas do relatório

Parei no canto, jogo a moto sobre a calçada para deixá-la junto à porta, como costumava fazer de costume. Saindo do gym, e era sexta-feira, dia em que vários colegas deste e de outros conhecidos e amigos ficam para jogar uma partida de futebol no campo que lhes presta o IES do bairro para fazer isso. Ao terminar o costume de passar pelo bar de Pedro, que fica apenas a alguns quarteirões de lá. Costumo passar por ele nessas reuniões, para vê-los e conversar um pouco echándonos algumas risadas. Sobretudo quando vêm acompanhados de mulheres de bom para ver. Trata-Se de um grupo heterogêneo, composto por homens de diferentes idades, dos quais continuamente entram uns e saem outros, e os casais de alguns deles, com exceção de um núcleo irredutível formado por sete ou oito assíduos desde há anos, com o qual de vez em quando você vê alguma tia nova, acompanhando-os.

Decidi entrar para recebê-lo e passar um tempo com eles. Nada mais entrar na tenda que cobre o terraço o inverno veio cumprimentar-me uma nuvem de tabaco certamente densa para o que se supõe é um espaço aberto em que se pode fumar. É o que mais me mete-te desses lugares, mas é o preço a pagar por essas reuniões costumam ser bastante divertidas. Passei perante as mesas, vestindo palmito e deixando-me ver. É a recompensa que tem castigados no centro de fitness e dieta. É realmente reconfortante e se levanta a auto-estima muito ver como te seguem e apreciam os olhares delas. Saludé e segui até o local propriamente dito para vir para a barra de ferramentas e depois fazer o mesmo com Pedro, o conhecido que o dirige, pedir-me uma cerveja.

- Como se apresenta o fim de semana, Maiquel? –perguntou-me depois de me devolver a saudação, enquanto me servia.

-De pena. Nada à vista.

- Oh, Buah! Não sei de que te vale castigarte tanto no ginásio, se, depois, até trinta anos menos que os Roper.

- Oh, hey! Que follo mais em um mês mais do que você em um ano e com melhores raparigas.

-Já. E mais caras.

-Anda, vai-te à merda.

Riu divertido. Tudo era no plano sabemos quando vão chegar.

Notei nela, pela primeira vez, então. Era uma morena, linda, realmente impressionante. Muito bonita. Levava o cabelo recolhido em um coque e seus cintilantes olhos escuros replicados a alegria de seu sorriso. Seus seios, que já de por si, deveriam ser grandes e com a gravidez se viam ensalzadas até o delirante, reclamavam tão imperativa a atenção como uma mascletá explorada às quatro da manhã de um dia normal de semana. Levava o decote expressamente mais aberto do que o normal para usá-los sem cortar um cabelo, adornada com um vestido de fino tecido preto, um pouco apertado, apesar de seu estado, com alguns botões descompactou por cima e tantos outros por baixo. Suas coxas também se viam, até a altura que se mostravam, soberbos.

-Foda-se... como está a grávida, não é?

-Já se vê.

- Quem é?

-É a chavala de Javi.

- O Javi?

Assentiu com a cabeça enquanto Pedro secou alguns vasos recém-lavados com um pano.

-Eu não sabia de nada.

-Leva com ela já há algum tempo. Quase um ano.

-Buceta…

Javi era colega de ginásio. Ele fazia-me estranho não ter sabido antes que andava saindo com um pibón semelhante.

- Qual é o seu pacote?

-Sim.

-Você morreu... A essas alturas.

Não era tão velha que o rapaz. Não sabia de sua idade exata, mas devia andar pelos vinte e sete ou vinte e oito anos, com certeza não chegava aos trinta. Ela por sua parte, parecia já bem entrada desta, significativamente maior do que ele.

-Eu acho que foi procurado.

-Não fode…

- Você parece que essa leoa você pode fazer um globo, sem que ela queira e procure?

A verdade era que estava tremendísima. O seu já bastante volumosa barriga –eu não sou um especialista no assunto, mas eu figurei que deveria ser de cinco ou seis meses - não o impedia de ser atraente e excitante. Na verdade, pode até dizer-se que aumentava a curiosidade que despertava.

Sentou-Me como um chute na barriga vê-lo acender o primeiro cigarro –que eu lhe viera-. Esse detalhe pode fazer odiosa para a tia mais de boa. Javi inclinou-se para dar-lhe fogo, e ela, depois de aspirar para ligá-lo, inclinou-se sobre o encosto de sua cadeira, sem perder a postura de seu torso, e expulsou longa e pausadamente uma densa nuvem e de nicotínico fumaça. Senti um acesso de raiva e ódio naquele momento.

-Pois é bastante cerda da tia, não é? Fumando em seu estado…

-E bebendo. Já leva dois gin-tónics.

Não parecia lhe causar tanta indignação a Pedro.

- E você vê-lo normal?

-Tio, que eu tenho um bar. Se me ponho requintado eu fico sem clientes e ver do que como. Ela sabe o que faz.

-O problema é que está a estragar-lhe a criança, não só a ela.

-Vai foder igual. Não se pode fazer nada, e se você disser algo o único que pode conseguir é que se preocupe e criar mal rolo por cima.

-Já…

Ao cabo de um tempo que estava com o grupo na mesa. Contra a minha vontade -tem certeza?-, profundamente fascinado com aquela vagabunda. Essa fascinação que em nós exercem algumas coisas que repudiamos com todas as nossas forças, mas que não podemos deixar de olhar (ouvir, tocar... o que for caso disso, em cada caso, de acordo com a natureza do objeto de nossa atração). Amor e ódio, me queima quando eu olho, mas não posso deixar de fazê-lo... Acho que sabereis o que eu estou falando, todos nós experimentamos coisas assim.

De lá, fomos para a casa de Miguel, outro dos integrantes do grupo de torcedores de sexta-feira. Alguns disseram de sair para dar uma volta, idéia que foi aderida por muitos. Sugeriu aquele passar antes pelo seu apartamento para mudar e as pessoas lhe pareceu boa, pois assim aproveitavam as meninas para retocarse e tal. Eu, claro, estava entre os que se inscreveram, seguindo àquela fascinante mulher que roedor ou infante a inefável flautista de Hamelin. Assim, depois de nos despedir do resto, fomos para lá, deixando eu e a moto posta de lado junto ao bar.

Lá, outras pessoas se juntaram ao grupo, já está desconhecidas para mim. Serviram-Se algumas taças de um par de garrafas de uísque e gim que Miguel tinha em casa, retrasándose a partida entre risos e boas vibrações. Ao cabo de um tempo, uma densa nuvem de fumaça se fizera dona do salão de habitação, estadia em que estávamos. Realmente cheguei a sentir-me oprimido por ele. Olhou para a morena. Ela parecia não afetá-lo. Continuava conversando, rindo e fumando com total naturalidade.

- Não há muita fumaça para uma grávida?

Ouviu risos de alguns dos ali presentes, sem que eu por minha parte eu acabasse de entender qual era a graça que encontravam o que havia perguntado. Ela também encontrou divertidas minhas palavras.

-A Miryam adora o fumo do tabaco–respondeu-me Javi-. Leva fumando desde que era uma lolita.

-Desde os treze anos exatamente –acrescentou ela com um sorriso.

-Antes você conseguir que Satanás se constatacao no Inferno, que ela pare de fumar.

Como para selar a afirmação de seu namorado, deu uma profunda tragada em seu cigarro e, olhando-me nos olhos, exalou profundamente em seus pulmões de um fumante arraigado lanzándome, qual dragão que cospe fogo pela boca, uma língua de fumaça na cara que deu uma volta e mergulhou esta e minha cabeça inteira dentro dela. Voltou a sorrir em seguida.

O que aquela mulher era um demônio! Seu gesto me enervó e começou a mil. Encontrei-o supersexy e provocante. Não obstante, tenho –eu acho - que não se fizesse muito evidente a minha excitação.

-Relaxe, querida. O fumo do tabaco é bom.

Foram feitas algumas listras sobre a mesa baixa que havia no salão. Fiquei surpreso ao ver que ela não aponta para o fato de cheirar nenhuma, mas evitei fazer mais perguntas. Não queria chegar a ser irritante. E, além disso, as meninas entravam e saíam constantemente de higiene pessoal entre seus retoques, com o qual também existia a possibilidade de que se teria metido na higiene pessoal ou de outra, quarto com alguém.

Ela punha-lhe olhinhos outro cara do grupo. Um rubiales de olhos claros muito guaperas, mais jovem, mesmo que Javi, como de vinte e dois ou vinte e três primaveras, não mais). Na comparação com a idade dela contextualizo esse "mesmo". Não parecia o tipo de homem que uma mulher que ela pudesse fixar-se normalmente, mas era óbvio que ela o fazia. Ou seja, para quem se encontrasse em situação de observar a cena com clareza. Para aquelas alturas, os provenientes do bar do Pedro, em sua maioria, já tinha sido várias copas acima e se mostravam algo achispados. Javi entre eles. Não se enteraba de nada. Ela, por sua vez, parecia sóbria, mas o meu estava convencido de que era apenas na aparência. Sua poderosa personalidade segurei firme o leme, mesmo em tais circunstâncias, não se permitindo perder o controle, mesmo sob os efeitos do álcool.

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Javi foi por pouco. Tinha coisas para fazer pela manhã e tinha decido acompanhar o grupo para ser a última, mas, diante do atraso em sair de casa de Miguel acabou optando por dormir já. Miryam, no entanto, decidiu ficar com a gente, com notável alegria para os homens que ele também não pareceu perceber, ou ao menos não colocou o verdadeiro contexto em que se encontrava. Também outros foram saindo para um dia no pub ao que tínhamos decidido nos aproximarmos.

O pouco (brasil) e sendo já bastantes pessoas a menos em casa, Miryan já retozaba no sofá abertamente com o rubiales, que lhe metia a língua até a garganta, ao mesmo tempo que lhe sobaba seios com ânsia, à vista de todos. Senti um acesso de ciúme e inveja que ameaçavam tornar-se em puro ódio.

A tiragem assim um tempo longo, sem separar seus lábios, enquanto os outros continuaram conversando e metendo listras. Os separaram-se ao fim deste e, sem desasirse de seu abraço, deitada sobre o peito do rapaz, ela alargou a mão para pegar o pacote de Marlboro e o isqueiro de mesa, momento no qual a sua picarona olhar voltou a se encontrar com a minha.

-Você ficou comigo, hein? –disse malicioso ao mesmo tempo em que acendia outro cigarro.

Surpreendeu-Me um tanto a sua autoconfiança, deixando-me sem resposta instantânea. Pegou então uma teta, sobre o tecido do vestido, olhando para mim também.

-Está bom, hein? –perguntou-me enquanto ela expulsaba a fumaça de seus pulmões.

-Tremendísima –não me ficaram mais bolas que admitir, provocando com isso a risada deles e de mais alguns dos presentes.

-Obrigado, homem. Me sinto referida.

"Seguro, má puta" –pensei-. "Como se não ouve continuamente dizer".

-Você colocou tesão vê-lo fumar e que, se como ela o fumo para a cara, né?

Novas risadas.

-Sim... muito.

Ergueu-Se ela, então, inclinando-se para mim, fazê-lo de novo.

- Eu vou Te dar tesão só por fumar ou também por fazê-lo estando grávida? –perguntou com uma perversa sorriso.

Deve ficar uma cara de pasmo rayana no gesto de estupidez, que provocou de novo sua risada, levantou-se de novo para trás no sofá para partir a caixa. Também os outros riram.

-Calma, homem. Aproveite a visão dos meus seios e viéndome fumar.

A outra garota que se sentava ao seu lado em uma cadeira, inclinou-se para ela quando ela parou de rir para, depois de dar uma tragada, ela mesma, ao seu próprio cigarro, lançar-lhe o fumo para a cara, gesto para o qual ela respondeu aspirando profundamente para inalar a maior quantidade deste possível. Claramente gostava de provocar.

Não acabaram de encontrar aquilo divertido outros dos presentes, especialmente as meninas. Talvez até esse momento tinham tomado a coisa como algum tipo de piada de mau gosto, pensando que mais valia a pena segui-la que cortar o rolo. Total, como havia entendido Pedro no bar, nada se podia fazer, nem se ganhava com fazer-lhe sentir a indignação que inspirava. Não sei, o caso que houve quem pareceu não se sentir confortável com aquilo e várias pessoas saíram de casa para ir ao pub, ficando ali apenas seis dos que originalmente estávamos, as duas meninas (Miryam e a outra fumante perversa) e quatro homens, além de Miguel e sua menina, que andavam por aí trocando e fazendo coisas ainda.

Jogou várias vezes mais o fumo para a cara, reagindo a ela, da mesma forma, rindo ambas em algumas delas. De vez em quando me olhava enquanto dava outra tragada e terminava ela mesma. Eu era arrebatadora quando o fazia, levantando o olhar para o teto, banqueteando-se com a sensação que a fumaça saía de sua garganta ao passar por ela a caminho do exterior!

-Anda, pregúntame.

-E Que lhe pergunte... o que?

-Por meu vício, por que vai ser?. Você está rumiándolo há tempo.

Olhei para ela pensativo por um momento.

-Está bem: você não se importa em prejudicar a criança fumando?

-Não.

Foi uma resposta direta, sincera. Sem mais explicações. Buscava-se a provocação, gostava dela como Lúcifer entre as chamas do Inferno.

- Você já pensou alguma vez em deixar por ele?

-Nem por um instante.

O que aquela mulher me levava ao limite da excitação com a sua perversidade!

-Na verdade, eu fumo mais agora do que antes. Sempre tenho fumado muito, desde os treze anos, como eu te disse, mas muito mais nas minhas duas gestações.

Fiquei em choque. E ela sabia disso. Era exatamente o efeito que pretendia. Não deixava de fumar enquanto conversávamos, é claro. Nem a outra, que ainda estava expelindo uma e outra vez o fumo em direção a sua face perante o evidente agrado dela.

- Posso perguntar por quê?

-Claro que pode.

Fiz um gesto ficando em espera.

- Por quê?

-Por vários motivos. Por exemplo, porque agora eu tenho que fumar por dois.

-O filho da puta que está dentro fica a metade da nicotina para ele.

Provocou o comentário das gargalhadas das duas mulheres, além do comentarista. Também os outros dois riram. Talvez não tão divertidos, mas, em qualquer caso, não desagradados.

Havia já bastante álcool no organismo de todos os que lá estávamos, agora também no meu. Os efeitos começam a se notar, o tema a írsenos das mãos –ao menos eu tivesse pensado com o meu critério anterior a essa noite-.

- O que você permita que falem bem de seu filho?

- Oh, hey! –protestou o rubiales graciosamente-eu não disse nada de errado do aluguel. Eu disse que sua mãe é uma puta, mas ele nada. E, além disso, não disse nenhuma mentira. Miryan é o maior putón que você vai encontrar ao oeste da Roménia.

Agora sim todos rimos com vontade, inclusive eu.

- O que acontece com este? –entrei na guasa.

- O que é eu? Qualquer um sabe o leste do oeste.

Risos.


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-E também é verdade o que é um jornal –acrescentou ela-. Em parte é culpa sua que fume mais, por tirar parte da nicotina que lhe meto o corpo.

- Oh, ha, ha, ha! –ri mais confortável e desembaraçado no tema.

-Dizem que fumar durante a gravidez aumenta o risco de que seus filhos saiam fumantes também.

-Exatamente o que eu gostaria. Quero que meus filhos sejam exagerados fumantes como a raposa de sua mãe.

O álcool... você Seria capaz de dizer essas coisas, se não fosse bebida? Você Realmente estava muito? Você, na verdade, era o motivo pelo qual as dizia?... Já me dava igual. Estava tudo muito excitante. Acho que não tinha estado tão excitado em minha vida, e entrava já na perversão explayándome nela.

-Você disse que tinha mais motivos. Diga-me outro.

Entorno um pouco os olhos para me olhar com um brilho provocante.

- Eu Te digo o principal? O que mais me motiva para continuar fumando, estando grávida e ainda aumentar o número de cigarros diários…

-Estou ansioso por sabê-lo.

- Para ferrar o bastardo!

De novo conseguiu me surpreender, embora já não escandalizarme, nem muito menos indignarme.

-Eu Me excita saber que, ao fumar, estou enviando nicotina ao seu organismo. Ser uma má mãe, uma verdadeira filha da puta... me põe supercachonda!

-Uff…

O álcool?

- Você é tão vagabunda é você?

Sorriu. Em seguida, deu uma nova tragada antes de deitar-se sobre o tronco do rubiales e saindo sem deixar de me olhar.

-Você está ficando com tesão a conversa, né? –perguntou-me ele.

- Já se vê! –respondi eu superexcitado.

Riram de novo.

-Se o que quer é nicotina o cabroncete –entrou de novo na conversa a outra garota-, haverá que dar.

Dando uma tragada em seu cigarro, inclinou-se em seguida sobre sua amiga para lançar o fumo contra sua barriga, rindo ambas muito divertidas da ocorrência. Chegou um momento depois as risadas deles.

- Você gosta?

Risos.

- Como é que se diz? Você tem que aprender a agradecer.

Desabotoou alguns botões centrais de seu vestido para abri-lo e mostrar o seu hype.

-Vamos, deite-lhe mais fumaça, que está desejando.

Não se cortaram, pondo-os cinco a rir enquanto o faziam. Também riram Miguel e sua namorada um par de vezes em que saíram do salão. Eram os únicos que conhecia os que ficava muito acima, de ter cruzado algumas vezes com eles no bar. Desde então, nem me teria podido imaginar até essa noite, que levavam tanta perversão dentro. Também não acho que eles se teriam atrevido a mostrármela de não ser, de novo, por acompanhar dbz na televisão que levavam o corpo.

- Queres ver que de verdade você vai colocar tesão? –você me provocou enigmáticamente o rapaz.

-Claro –respondi, se você me contar um cabelo.

-Despatárrate –quase poderia dizer-se que lhe ordenou a deusa grávida, de forma mais direta, comum e vulgar. Ela, por sua vez, obedeceu sem resmungar, nem cortar um cabelo, desabotoando os botões que lhe restavam para baixo da saia do vestido para em seguida abrir completamente as pernas com um sorriso digna da maior das prostitutas da Babilônia. Evidentemente, não estava usando calcinha, aparecendo o seu divino potorro totalmente exposto aos nossos olhares.

-De tudo isso, nem uma palavra a Javi, né?

Levou então o cigarro aos lábios para dar uma profunda tragada. Em seguida, inclinou-se sobre ela para colocar o bico contra a porta de sua buceta e levá-la lá.

-Vamos, pequeno bastardo... desfrute do tabaco.

Eu Realmente foi algo incrível, delirante, ver como aquela xoxota se contraía e dilataba para fazer como que fumava! Não soubesse dizer se realmente estava inalando o fumo para o bichano, mas o efeito era como se assim fosse, sem deixar ela de sorrir em nenhum momento.

Fiquei tentado de me desculpar para ir ao wc a pajearme como um louco, mas teria resultado muito evidente que esse era o verdadeiro motivo para ir lá. E, além disso, continuava ocupado pelos anfitriões.

-Ei, nós já estamos quase –informou, ao cabo de alguns minutos Eva, a namorada de Miguel, saindo ao salão. Se você tiver que fazer algo antes de sair, que seja já.

-Claro –concordou o rapaz. Obviamente, ambos sabiam do que estavam falando-. Nós, que temos distraído com tanta guasa –conminó para a morena.

Levantaram-Se ambos, então, para, de mãos dadas, dirigir-se a um dos quartos. Os quinze minutos seguintes, os passamos excitándonos com os suspiros e gemidos, que, acompanhados do som de cama ranger e ao se chocar contra a parede, chegaram até nós perfeitamente audíveis.

*****************************************************************

Uma vez no pub a coisa mudou um terço. O rubiales, uma vez organizado o seu apetite sexual, se distanciou um pouco de Miryam para se concentrar em seus colegas de trabalho e o ritmo de idas e sebastian bach ao WC que mantinham. Ao cabo de meia hora se evidenciaba já bastante enzarpado e com claras mostras de continuar a noite por outras rotas bem diferentes dos que havia seguido até então. Ela por sua parte, delataba certo incômodo em seu olhar e atitude, especialmente no momento em que as crianças começaram uma aproximação garotas de sua idade que andavam por lá também. Os ciúmes faziam mossa no dela agora, mas se esforçava para manter-se calma e o este comentário foi útil muito bem. No entanto, não devia ter ficado tão aquele que acredita ser carente como ele após sua traquinagem. Emite sinais claros de fêmea no cio, que busca o acasalamento e, não estando o macho escolhido pelo trabalho, o seu aborrecimento e frustração se faziam evidentes.

Pouco a pouco, se lhe foi passando, voltando seu interesse para a conversa comigo, o único dos homens do grupo razoavelmente sóbrio e que, por sua vez, emitia sinais por sua parte, em sintonia com aquelas. O instinto de fêmea soube captarlas perfeitamente, chegando um momento em que nós falamos na barra os dois sozinhos diante de um gin-tónics.

-Foi superexcitante o que aconteceu na casa de Miguel.

Riu levemente.

-Te dei tesão, hein?

- Você nem imagina!

Voltou a rir. Seu riso era muito agradável e sensual, como tudo nela.

-Eu gosto de jogar.

-Eu já vi isso.

Agora apenas sorriu, desviando o olhar para baixo e para o lado.

- Você Está Javi ao corrente de seus "hobbies"?

-Claro. Ou seja... não sabe que eu coloquei os chifres. Está ciente de meus fetiches e perversões, mas não sabe que eu o montante com outros tios.

Eu balancei a cabeça enquanto me levava o copo aos lábios.

-Espero que continue assim –acrescentou em um tom mais sério.

Me pegou de surpresa por aquilo, mas não devia. Não saía do esperado uma chamada de atenção como aquela, mas depois de partilha me havia colocado em um nível ao que ela mostrou não ter chegado ainda, no qual a confiança é dada por alegada.

-Não se preocupe. Por mim não sabe nada.

Olhou-Me agora com um gesto de engraçado cinismo acusador.

- O quê?! Nós Nos conhecemos apenas do ginásio. Não somos amigos nem nada disso.

Abriu a boca, ela com fingida expressão de surpresa. Não pretendia dar a entender esta, era apenas parte do jogo.

- Ah, não? –jogou a mostrar certa "indignação". E se vós fôsseis, o que? Você Me delatarías?

Agora fui eu quem riu levemente.

-Não. Acho que não.

Me olhou com malícia.

-Menino mau... de um lado a fidelidade devida a um amigo, o outro um par de peitos. O que pesa mais na balança?

Ri de novo, como quem brinca de gato e rato, tentando não se deixar esmagar.

-Desde então, seus seios devem pesar muito.

Causou a minha saída da sua hilaridade, acompañándola eu em suas gargalhadas. Dizem que para conquistar uma mulher você tem que fazê-la rir. Estava bem a coisa.

-Sabe segurá-lo na esgrima oral.

-Você não acreditaria. Me puseste a ovo.

Novas risadas. Depois fez-se um desses momentos de silêncio, em que a conversa não sabe por onde continuar.

- Por que você faz isso?

Olhou-Me feliz, sem saber muito bem o que responder.

- Você não cumpre Javi na cama? –eu brinquei.

-Oh, por favor... -ela mostrou certo divertido mesmo.

- O que?

-Os homens acreditam que tudo na sexualidade feminina gira em torno de vós. Mesmo quando os colocamos os chifres, e acreditam ser os responsáveis. O compreendeis como uma espécie de punição ao macho falta da virilidade necessária para ter a sua mulher satisfeita.

- E não é assim?

-Não tem nada que ver. Você precisa da tua mulher não satisfaça na cama para jogá-lo para uma tia boa que te ponha a tiro?

-Não –reconheci, apesar de não estar nesse momento combinado. Falava conceitualização, entendia-se.

Pois o mesmo acontece com a gente. Se aparece um tio que nos ponha o suficiente e se apresenta a ocasião, sereis marido por mais que vos esforceis em cumprir como machos e ter satisfeita a vossa menina (* saudações para um comentarista da página da qual li uma explicação muito semelhante. Lembrei-Me imediatamente ao ouvi-la na boca de Miryam).

-E isso é o que acontece com você, não é?

-Sim –respondeu com naturalidade, ao mesmo tempo que levava o copo de tubo até a sua boca para dar um gole.

-Javi está muito bom, mas Sergio ainda o é mais. É mais jovem, loiro, tem olhos azuis... a mim me basta. E, além disso, me traz coisas diferentes na cama.

Olhei para ela intrigado.

– Que coisas?

-São diferentes. Nem melhor nem pior do que o outro nesse sentido. Simplesmente diferentes. Javi é mais dominante, enérgico... isso me irrita. Sergio em vez disso, é mais doce e atencioso. Isso também me irrita.

Devia mostrar certa surpresa em minha expressão.

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Organizador : Pietra Specter

Pietra Specter

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Baile do Perigoso

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